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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

TV Assembleia: Debate aberto discute energia eólica


O programa DEBATE ABERTO, que a TV Assembleia leva ao ar nesta semana, vai discutir o processo de implantação dos parques de geração de energia eólica no Rio Grande do Norte e os resultados dessa iniciativa para a economia e o desenvolvimento do estado.

Participam do programa o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta; o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama; o presidente da Agência Internacional de Promoção e Defesa da Economia Social, Roberto Coelho; e o diretor do Jornal de Hoje, jornalista Marco Aurélio de Sá.

Tal assunto já foi tema de uma audiência pública, pela Assembléia Legislativa, realizada na última segunda-feira, 15. O foco da discussão é que para muitos especialistas, a atual legislação que regulamenta a utilização das chamadas energias renováveis – entre elas a eólica - não beneficia de forma significativa os estados e os municípios onde estão sendo implantados os parques de geração, como se poderia esperar.

O Debate Aberto é dirigido e apresentado pelo jornalista Mauricio Pandolphi, com produção de Rosangela Barreto e reportagens de Ohara Oliveira. O programa vai ao ar em primeira exibição nesta sexta-feira, dia 19 de agosto, às 20h. Reprises: Sábado, dia 20, às 20h, na terça-feira, dia 23, às 14h.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Assembleia debate mudanças no modelo de exploração da energia eólica


A Assembleia Legislativa promoveu na manhã desta segunda-feira, 15, audiência pública sobre mudanças no modelo de exploração da energia eólica, e alternativas para a produção de outras energias renováveis. O presidente da Assembleia, deputado Ricardo Motta, foi o autor da propositura e destacou que o atual modelo não beneficia o Rio Grande do Norte. “O atual modelo de exploração e geração de energias renováveis adotado no país evidentemente não representa ganho expressivo para a economia dos estados produtores. Na verdade o modelo beneficia apenas os grandes grupos econômicos, o Governo Federal e os estados consumidores de energia, visto que a parcela do ICMS arrecadado que retorna aos estados produtores é irrisória. Os benefícios diretos que ficam nos municípios são mínimos e irrelevantes”, afirmou Ricardo Motta.

A preocupação da Assembleia é compartilhada pelo representante da Agencia Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) no Estado, Luiz Eduardo Farias. Ele defende a distribuição de impostos para compensar os Estados produtores de energia renovável. “Não defendemos a criação de um novo imposto, queremos a distribuição de impostos já existentes. Isso pode compensar o Rio Grande do Norte e os municípios produtores”, defendeu. Luiz Eduardo também mostrou preocupação com os ganhos dos proprietários das terras produtivas.